É tão doloroso ver a forma como sorris para ela.
Ah!, pois desculpa, já não te lembras de mim. Bem, sou eu, a Maria Inês. Sabes? Sou aquela a quem tu prometes-te amar incondicionalmente e para sempre. Sou aquela a quem tu chamas-te de mulher da tua vida. Sou eu, aquela que ainda te ama única e verdadeiramente. Sou eu, aquela que nunca te conseguiria magoar. Sou eu, aqui, à tua espera, sozinha, com o coração um bocado para o vazio.
Antes de dizeres alguma coisa que me vá atingir como uma facada no peito, ouve: SALVA-ME! Preciso de ti, eu amo-te. Ele não pode levar-me com ele, porque eu nasci para ficar contigo, vem buscar-me agora, antes que eu perca as forças todas e tenha que desistir. Vem, e diz que me amas. Vem e diz-me que ela nunca significou realmente nada. Vem e diz-me que eu sou a única, a única que amas, a única para quem vives, a única que queres e precisas.
Não vieste, estás aí com ela, melhor que nunca. E eu não consigo desejar-te felicidades, porque só devias ser feliz comigo.
“It’s my heart versus common sence”

Ah, a verdade, é que com o tempo, com as cicatrizes que se vão acumulando no coração, nós deixamos de acreditar num "Para sempre...".
ResponderEliminarLindo <3
pois é, mas o sempre nao existe, já sei disso.
ResponderEliminarobrigada :)